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... apenas abro as janelas do tempo e deixo o verbo falar...
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a rebelião!
Às vésperas das eleições é natural meu amigo e minha amiga que vocês pensem que a rebelião referida seja política. Estamos mesmo é...
6 de out. de 20182 min de leitura


mindsetse
Meu amigo, minha amiga: mindsetese. Não lembro o filósofo a afirmar que viver é reduzir o desprazer. O desconforto. Guga aí. Os peixes e steaks para reduzir a sensação de fome. O sono para acomodar o cansaço. O sexo para ver estrelas. O amor para nos sentirmos plenos. O fogo, o cobertor e a conchinha para afastar o frio agonizante. O conhecimento para acalentar a sofrência da ignorância. Acordamos e dormimos buscando a maximização dos prazeres. E, vivendo, nos apa
29 de set. de 20182 min de leitura


os peitos da adolescência
O título original não era esse. Eu o adaptei. Logo mais, daqui um mês, o blog completará um ano. Sem revisor, nem censor, nem ninguém que...
22 de set. de 20182 min de leitura


o Genghis Khan di Parma...
Escrever de véspera não é tão ruim. Ao cabo e ao fim de uma semana corrida, recolho-me calmamente para escrever. As crônicas andam ficando para segundo plano ultimamente. O stress é hábil em tolher o nosso lado criativo. Nada como o compromisso próprio para me lembrar que até o hobby nos aperrenha. Atenção leitor, essa palavra que escrevi há pouco, aperrenha, ela não existe. Tenho a impressão contudo que você me entendeu. O Roberto Leal se candidatou. O Tiririca, o palhaç
15 de set. de 20183 min de leitura


a minha garagem do Diabo...
Há algumas verdades pelos ares que se tornaram verdades só pelos ares. Ares, mares, um mundo estelar que nos chega de longe e de repente nos vemos repetindo sem pensar muito. Sem refletir demais. E assim se tornam oxigênio. Por sobrevivência, a todo dia, a todo instante. Verdades que se postam e se arrastam até que dá preguiça de refutá-las. Não estamos mesmo, nunca, preparados para a morte? A minha avó me disse que não tinha medo de morrer, eu entreguei na mão de Deus, E
8 de set. de 20183 min de leitura


ervas, vereadores e sal grosso
No dia em que levei minhas filhas para conhecer a Câmara Municipal de Limeira atualizei o meu estoque de ervas e temperos no final do...
25 de ago. de 20183 min de leitura


o pé de maçã de Biro´s Mansion
Caro pé de maçã, permita-me falar diretamente contigo e de certa forma não seguir muito à risca os critérios para merecer estar plantado aí ao seu lado. Nós não nos conhecemos ainda, mas como eu sou um brasileiro latino americano e você um inglês pé de maçã, apresento-me formalmente como Carlos Camacho - um velho amigo da Carol; desde os bancos escolares. Foi ela quem descobriu que eu precisava usar óculos. Esse fato me credencia a escrever-lhe, porque amigo da Carol é
18 de ago. de 20183 min de leitura


a casa tutti bene
Fomos assistir no Espaço Itaú Fortunata , A casa tutti bene e La ragazza nella nebbia ; todos do festival italiano de cinema. Ali em dois quarteirões da Rua Augusta é possível encarar uma sequência de filmes, tomar um vinho e comer bruschettas ou tapas; no Athenas e Sancho respectivamente. Dois bares no quarteirão seguinte em direção ao centro. O Sancho além de cerveja que leva o nome do bar tem uma garrafa de tempranillo a sessenta e tantos Reais. Lógico que vocês sabem
11 de ago. de 20183 min de leitura


977
Há um tipo especial de bom dia que me irrita. Aquele que não te espera responder. Cedo, dia recém raiado, você acordando sobre a esteira e um livro. Entra a cinquentona, bom dia em alto e em brado bom som. E antes de entender de onde vem, sai outro, mais alto, mais agudo, mais intrinsecamente seguro que o anterior. Intrinsecamente aí é inapropriado. Foi. Quem acorda assim, no gás, acha que tá todo mundo na mesma. Eu estava decidindo se lia, corria ou acordava. Não só eu n
4 de ago. de 20183 min de leitura


o agente secreto das Minas
Enquanto se acalma o dia e a pimenta vira geléia, em cima da hora, escrevo a crônica do próximo sábado. Dá um trabalho do cão escrever...
28 de jul. de 20183 min de leitura


kombucha
Não é uma cidade Vietnamita ou Tailandesa. Kombucha é uma bebida viva. Fermentada a partir do chá. Tomei. Diferente. Bom pra ressaca. Mas a descoberta do nome foi o melhor. Já há algum tempinho precisava ajustar meia dúzia de hábitos nem tão saudáveis. Como a sedutora vida bacon of life ! Amanhã. Depois. Preguiça de retomar uma rotina puxada de exercícios que eu tinha. Tinha. Kombuchá, acentuei por conta, e é o nome da minha revolução interior. É nome de operação militar
21 de jul. de 20182 min de leitura


o boi falou!
Ontem foi publicada Zurique; ontem foi sábado. Hoje é domingo e até aqui eu tomei o teu tempo para falar absolutamente nada. Foram de dez a quinze segundos de sua vida desperdiçados com absolutamente nada de relevante. Nada de interessante. São três linhas que não transformarão a sua vida, não te darão idéias nem revelações sobre a sua existência; muito menos alguns dólares a mais em sua conta corrente. Se você somar os dez a quinze segundos iniciais com estes mais que aca
14 de jul. de 20183 min de leitura


...poxa Brandão!
Brandão, dá um tempo! É você, o Ignácio. O Loyola, o Brandão! Que se entregava às sessões de cinema nas tardes de Araraquara. O bom de ser cronista desconhecido é que eu posso puxar a tua orelha e você não saberá nunca, posso reclamar à vontade que, estatisticamente, a chance de você me ler é remotíssima. Já não me bastassem trabalho, família e as coisas do cotidiano, fui me meter nessa encrenca que é escrever crônica. Culpa tua. Primeiro eu lia as tuas no Estadão e depoi
7 de jul. de 20183 min de leitura


pra comer rezando...
Desde o início de Antes que eu me esqueça venho convidando conhecidos, colegas e amigos a postarem escritos. Poesia. Fotografia. Crônicas. Fiquei surpreso com a quantidade de pessoas que escreve, a maioria seguida da observação mas não sei se é bom. Há muitos escritores por aí. José Saramago se tornou um aos quarenta anos. Decidiu se afastar da Conservadoria (se minha memória não me trai) e a escrever de forma séria. Escrever de forma séria leia-se viver de literatura; profi
4 de jul. de 20182 min de leitura


...é pra lá que eu vou.
Vou me mudar para o mundo da fantasia. Um mês. Não mais do que isso. Eu volto. Devo voltar. Ando avesso. O povo brasileiro, os clientes choramingões e a crise política na Itália; na Espanha. Há um tédio intrínseco nesta cidadela; onde A. J. Cronin começaria um de seus romances modernos narrando a difícil trajetória de um ativista disposto a mudar uma sociedade corrupta. Vou me mudar para o mundo mágico; não de repente. Tomo os patins de Fred Astaire emprestados e d
30 de jun. de 20183 min de leitura
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