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... apenas abro as janelas do tempo e deixo o verbo falar...
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Ah, os relógios!
Assim que saí do cinema meu irmão, que havia me dado a dica do filme, mandou um zap, e aí? Nesse particular ele se parece comigo ou eu me pareço com ele. Ou versa-vice. Você dá uma dica e quer logo que a pessoa veja, leia ou ouça. E aí viu? Leu? Assistiu? Não ?! Ainda não, por que não ?! Nos tempos presentes, de experiências multissensoriais concomitantes, recomendo fortemente ouvir “Nos Bailes da Vida”, de Milton Nascimento, enquanto você rola e se enrola aí pra baixo. Can
18 de nov. de 20173 min de leitura


La Negra.
Logo mais, no final da crônica, já conto porque raios comecei com La Negra. Não! Não atropele tudo pra ir até o final, menos de 6 minutos você chega lá. Já pensou se as cópulas vigentes fossem que nem posts expressos do Facebook, onde três linhas já cansam só de ver; não, nem sempre é possível ir direto ao ponto; pro dispositivo. Respire fundo ou volte outra hora, com mais calma. Se você se pensou em correr o texto para o final considere Yoga para resoluções de 2018. “Permit
11 de nov. de 20173 min de leitura


Lembro de Einstein.
Também sofri bullying na escola. Sim, e depois de alguns anos, alguns muitos anos...Ok, muito, muito tempo depois, tipo esta semana, veio o bullying digital. Neste sábado um amigo tirou uma foto e me botou cabelos loiros e batom rosa. Enviou de novo para o grupo do whats que temos em comum. Tudo porque resolvi tomar um aperol. E, assim, a minha foto aperolada, de batom e cabelo, foi para a galera. Bullying. Gracejos, risadas e toda a palhaçada que vem junto. Aí eu resolvi e
4 de nov. de 20173 min de leitura


eu vivo
Vivendo uma semana típica da política brasileira, onde Ministros do STF acirram as suas discussões e um deputado assume abertamente votar em favor do Presidente em troca das verbas que serão liberadas para o seu curral eleitoral; a beleza do cotidiano me salva. Localizar o belo é hoje meu passatempo favorito, uma mulher bonita, um pai abraçando o filho, Dolce Francia de Carla Bruni ou os fiordes da Nova Zelândia. Vivemos nós todos num país difícil, onde o Brasil custa a p
28 de out. de 20173 min de leitura


Antes que eu me esqueça!
Antes que eu me esqueça, escrevo solto e soltas algumas notas de crônica. Saudades das manhãs de jornal impresso sujando as mãos de estudante e das emoções de Ignácio de Loyola Brandão no Estadão. A crônica se reduziu na importância e se disseminou pelos blogs e facebook, me parece. E lá vou eu fazendo a minha, dominical, na madrugada, sem licença; nem leitor ou roteiro.
21 de out. de 20174 min de leitura
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