Antes que eu me esqueça, escrevo solto e soltas algumas notas de crônica. Saudades das manhãs de jornal impresso sujando as mãos de estudante e das emoções de Ignácio de Loyola Brandão no Estadão. A crônica se reduziu na importância e se disseminou pelos blogs e facebook, me parece. E lá vou eu fazendo a minha, dominical, na madrugada, sem licença; nem leitor ou roteiro.